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segunda-feira, 25 de março de 2013

Sistemas Operacionais - Introdução

Olá, vamos hoje inciar mais uma matéria super épica que temos com a Profª Sabrina Feliciano, no caso, é do Segundo Ano, exato... Vocês (novatos) irão ver está mesma matéria, e se duvidarem com a Sabrina novamente, então fiquem espertos!


Sistemas Operacionais

Para ensinar ajudar um pouco vocês, eu não irei falar sobre a matéria sozinho, por isso chamei nosso amigo Dudu Datinho, para auxiliar nossos estudos, ele é conhecedor dos conhecimentos conhecidos, então ninguém melhor que o gatinho da Profª correto? Para quem não conhece o Dudu, vou colocar uma imagem aqui dele (apenas de zoa).



Para início de conversa, vocês devem ter em mente, a base dos Sistemas Operacionais, o Kernel e Shell, coisa que se vê no Primeiro Ano na matéria de Introdução à Informática (que por ironia do destino, é com a Profª Sabrina Feliciano também).

O conceito é simples. Para que alguém possa utilizar um computador, é de extrema importância que haja um interpretador, alguém que possa falar ao hardware aquilo que o usuário deseja que seja feito, o computador por si só nunca irá adivinhar o que um usuário quer, para tal, existe o Sistema Operacional, o mesmo será o intermediador entre o usuário e o hardware. Você deve ter conhecimento de duas visões que permitem ao S.O. serem responsáveis tanto pelo funcionamento do hardware, quanto de programas.
  • Top-down: Nesta visão, faz com que o sistema de hardware responda ao usuário aquilo que foi solicitado através de programas utilizados pelo Sistema Operacional.
  • Bottom-up: Nesta visão, faz com que os recursos disponíveis do hardware possam ser controlados.

As visões equivalem a este esquema: Top-Down = Programa-Hardware; Bottom-Up = Hardware-Programas. Desta forma, ele é responsável pelo funcionamento tanto do hardware, quanto de programas, como eu havia dito anteriormente, mas para ser mais específico agora, ele é responsável por tudo isso, através destas seguintes funções: Gerenciamento de Processos; Gerenciamento de Memória; Sistema de Arquivos; Entrada e Saída de Dados.

No Gerenciamento de Processos, o S.O. faz com que os processos colocados em execução pelo usuário sejam executados de forma alternada, em uma velocidade tão grande que o usuário chega a ter a sensação de que é feito de forma simultânea.

Então... Vamos falar da parte que interessa mesmo, a base de tudo, vamos falar da nova tekpix do Kernel e Shell.

Kernel:

Sua função é fazer com que os processos possam utilizar o hardware de modo concorrente, porém padronizada, estabelecendo requisitos de segurança. As funções do Kernel para muitos lhe dão o nome de "Coração do Sistema Operacional", por causa de elas serem ligadas diretamente ao uso da arquitetura do equipamento utilizado, sendo elas:
  • Criar, agendar e finalizar processos;
  • Alocar e liberar espaços na memória;
  • Controlar o sistema de arquivos;
  • Controlar operações de entrada e saída dos periféricos.

O Kernel é quem permite que um determinado S.O., seja ou não, compatível com um certo equipamento, dependendo dos fabricantes, ela pode se diferenciar muito, podendo não haver compatibilidade entre o S.O. e o equipamento utilizado.

Shell:

"Ao contrário do que muitos pensam, a Shell não é um posto de gasolina! Se falarem para você que Shell é sim, um posto de gasolina, não acreditem, eles estão apenas te enganando."

(Dudu Datinho)

A função do Shell é simples, ele é responsável pela interface gráfica que é mostrada para o usuário, ou seja, ele tem a capacidade de facilitar a forma como o usuário vai trabalhar com o Sistema Operacional, de modo  a poder criar, listar, copiar arquivos e diretórios. Um exemplo muito comum é o Windows Explorer, pois através dele, o usuário pode gerenciar diretórios e arquivos.

Todos os comandos efetuados são interpretados pelo Shell e ele converte esses comandos para chamadas do S.O., ele também é chamado de Cápsula, e pode ser modificado ou criado pelo programador para que o usuário não possa fazer as modificações que achar necessárias de diversas formas.

Essa ideia de utilizar um interpretador independente do Sistema Operacional surgiu no S.O. Unix.
Fonte(s): Dudu Datinho e Sabrina Feliciano.

Paulo Alecsander (Facebook):
Acadêmico do Curso de Engenharia Civil pela FARO (Faculdade de Rondônia).
Ex-aluno do Curso de Técnico em Informática Integrado pelo IFRO (Instituto Federal de Rondônia).

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